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Para cidades e estados

Segurança pessoal para toda a população, sem custo para o cidadão.

O morador monta o seu círculo de confiança, ativa o modo seguro nos trajetos de risco e aciona um SOS que avisa quem ele escolheu. Quando liga para um número oficial pelo app, a ligação chega com nome, foto e localização. O app já existe e está nas lojas.
O que já existe

Em produção, nas duas lojas.

O app do cidadão

Proteção que a pessoa carrega no bolso

  • Círculo de confiança: as pessoas que o morador escolhe, avisadas em segundos quando algo dá errado.
  • SOS discreto e modo seguro com confirmações periódicas — se o tempo passa sem confirmação, o círculo é avisado.
  • Anti-coação: se alguém forçar a pessoa a dizer que está tudo bem, o círculo entende em silêncio.
  • Números oficiais — 153, 190, 192, 193 — a um toque, com a ligação de sempre.
A central de emergência

A ligação chega identificada, sem instalar nada

Quando o morador liga para o 153 ou o 190 pelo app, quem atende abre uma página em qualquer computador, digita o telefone de quem está ligando e vê nome, foto, dados e a localização daquele instante. Nenhuma integração de sistema. A central da cidade recebe o próprio acesso no primeiro passo da parceria.
O que a parceria viabiliza

Duas entregas que só existem com a cidade.

Identidade verificada pelo gov.br

Toda a população, com identidade validada pelo Estado

Com o acesso ao gov.br fornecido pelo ente contratante, cada usuário passa a ser uma pessoa real, verificada — e cada chamado, um chamado em que a resposta pública pode confiar.
Painel de despacho

Desenhado com a guarda, entregue pela parceria

Ocorrências triadas e contextualizadas na tela de quem despacha, do jeito que a operação da guarda precisa. O escopo é definido junto, no piloto, e construído como entrega da parceria.
Como contratar

Pelo CPSI, sem licitação tradicional.

Marco Legal das Startups
  • O Contrato Público para Solução Inovadora, do Marco Legal das Startups, dispensa a licitação tradicional: o critério é o potencial de resolver o problema, não o menor preço.
  • Piloto de doze meses, prorrogável por mais doze, com metas de adoção e de serviço definidas em conjunto.
  • Piloto validado, a lei permite a contratação direta — sem novo edital.
Cascavel, Joinville e Recife já usaram esse caminho. A cidade que valida a solução primeiro negocia condições que não estarão disponíveis para as próximas.

Uma reunião de trabalho para definir o escopo do piloto e as metas de validação.

A partir daí, a minuta do CPSI sai em conjunto com a equipe jurídica da cidade.