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Para investidores

Segurança pessoal em que cada pedido de socorro parte de alguém identificado e chega a quem pode agir.

O Vigilo é uma plataforma de segurança pessoal: círculo de confiança, SOS discreto, modo seguro e ligações oficiais que chegam identificadas. Em produção, nas duas lojas. Estamos abertos a conversar com investidores qualificados.
O problema

Pedir socorro no Brasil é lento e anônimo.

Quem atende o 190 não sabe quem liga nem onde está, e a pessoa em perigo precisa explicar tudo enquanto acontece. Os apps de segurança que existem compartilham localização o tempo todo e não sabem quem está pedindo ajuda; o Vigilo compartilha a localização só em emergência e sabe quem pede.
44 mil
mortes violentas no Brasil em um ano — taxa de 20,8 por 100 mil
Anuário FBSP 2025
1.492
feminicídios em um ano — recorde, 64% dentro de casa
Anuário FBSP 2025
O que existe hoje

Produto em produção.

Círculo de confiança

Relacionamentos bilaterais: as pessoas que o usuário escolhe são avisadas em segundos quando algo dá errado.

SOS discreto, modo seguro e anti-coação

Confirmações periódicas em trajetos de risco. Ícones secretos para quem é forçado a dizer que está tudo bem.

Ligações oficiais que chegam identificadas

Números oficiais a um toque. A ligação feita pelo app deixa nome, foto e localização prontos para a central de emergência, sem integração de sistema.

Identidade só quando o usuário quiser

Compartilhamento seletivo por QR de poucos minutos — o meio que torna cada chamado confiável, não um produto à parte.
Nas lojas da Apple e do Google. Concebido e construído pelos três fundadores.
Como vamos ao mercado

Governo primeiro. Depois a rede. Depois o consumidor.

1 · Governo, pelo CPSI

O ciclo de venda a governo é a objeção óbvia. A resposta é um caminho legal delimitado.

O Contrato Público para Solução Inovadora, do Marco Legal das Startups, dispensa a licitação tradicional: piloto de doze meses com metas definidas e contratação direta depois, sem novo edital. Prefeituras já usam esse caminho.
2 · Pagador durável

Uma vez dentro, o setor público é o cliente com mais fôlego.

O que ele compra é a proteção de toda a população — previsível para a cidade, recorrente para a empresa.
3 · Depois, a rede e o consumidor

A primeira porta, não a única.

Na cidade parceira, uma rede de empresas de segurança privada acionada pelo app e remunerada por atendimento. Com escala, serviços opcionais para o usuário final.
Por que agora

Três coisas mudaram.

O Marco Legal das Startups criou o CPSI, e as prefeituras começaram a usá-lo. O gov.br virou a infraestrutura de identidade da maior parte da população adulta. E a demanda por segurança pessoal não para de crescer.
Time

Três fundadores.

César Peiter

Comercial
Estratégia e parcerias institucionais. Empreendedor em série, com múltiplas empresas bem-sucedidas.

Roan Marques

Produto & Engenharia
Design, arquitetura e operação. 11 anos de Microsoft em consultoria, atendimento ao cliente e engenharia.

Guto Marzagão

Arquitetura & Engenharia
Desenvolvimento de software e automação. Ex-Microsoft. CTO em várias startups com produtos consolidados.
O que já está em pé

Três fatos, sem projeção.

  • Produto em produção nas duas lojas.
  • Conversas em curso com municípios, pelo CPSI.
  • Central de emergência em operação, à espera da primeira central parceira.

Estamos abertos a conversar com investidores qualificados.

Escreva para os fundadores. A conversa começa com o produto na mão.